sexta-feira, 25 de março de 2011

Teu Selo

Eu quero ser diferente
Eu preciso senhor
Esse é um clamor urgente
MArca em mim o teu selo de amor

Eu que hoje sou obediente
Coração novo e prudente
Preciso todo dia carregar a minha cruz
Mas eu te peço insistente
Como criança
Marca em mim Jesus

Eu que busco a santidade
Aprendendo o que é amar de verdade
Purificando diariamente meu coração por amor
Sei que sem ti não vivo
Por isso busco nesse grito
MARCA TEU SELO EM MIM SENHOR

Abrir mão

Eu abro mão de todas as minhas vontades
 dos prazeres mundanos da carne
Pra ti conhecer melhor
Pra eu te ter em comunhão

Eu abro mão pra me limpar
De todo orgulho, do pecado do passado
Pra ti conhecer melhor
Pra ti louvar em adoração

Eu abro mão da minha vida
De todo meu desejo 
Pra ti conhecer melhor
Pra ti Conhecer

Por que Deus permite sofrimento?

Por que é que Deus permite sofrimento?
"Se Deus é amor, porque é que as pessoas sofrem tanto? Por que é que Ele não faz parar todo este sofrimento?"
Esta é uma pergunta difícil de responder. Há tanta coisa acerca de Deus que não conseguimos sequer começar a compreender, simplesmente porque Ele é muito superior em sabedoria e poder do que qualquer um de nós. Contudo, a Bíblia lança alguma luz sobre este assunto.
O sofrimento pode ser a consequência do pecado humano. Um motorista bêbedo pode causar dor e sofrimento a um espectador inocente. O orgulho e a ganância de Hitler trouxe sofrimento terrível a milhões de pessoas. Quando Deus nos fez, Ele deu nos o dom precioso da livre vontade. É isto que nos torna humanos, capacitando-nos a amar e a odiar, a ajudar ou magoar outros. Mas este dom maravilhoso da livre vontade tem sido usado vez após vez para o mal. O que fazemos afecta os outros para o bem ou para o mal.
O sofrimento pode ser a consequência da imperfeição humana. Nenhum homem ou mulher é perfeito e por isso ficamos doentes, envelhecemos e morremos. É por essa razão que, por vezes, nascem crianças deformadas. Isto não foi feito por Deus - Ele não deseja castigar os pais e Ele não envia a doença. As doenças e as enfermidades fazem parte de um mundo pecaminoso, e nós estamos sujeitos a elas, tanto os cristãos como o resto de humanidade.
O sofrimento pode ser a consequência do erro humano. Centenas de crianças nascem aleijadas porque as suas mães tomaram uma substância maléfica enquanto estavam grávidas. Não podemos culpar a Deus pelos problemas que resultam de uma falta de conhecimento e de cuidado.
O sofrimento pode ser a consequência dos desastres naturais. O pecado que entrou no mundo através da queda de Adão e Eva afectou a nossa terra de um modo estranho e espalhou com o passar do tempo para todos e para tudo. Por esta razão, temos terremotos, cheias, tempestades e todo o tipo de desastres naturais.
Deus tem o poder para interferir e ordenar que todo mal seja destruído em qualquer momento, mas isto não é o método que Ele quer usar. Ele prefere deixar o mal andar, e quer trabalhar através destas coisas para glorificar o seu nome e mostrar o sua sabedoria e graça. Por vezes, Deus permite o sofrimento nas nossas vidas para nos provar e para fortalecer os músculos da nossa fé. O modo de reagirmos ao sofrimento determina se estamos a crescer na fé ou se estamos a voltar às duvidas e ao ressentimento.
Deus não pede que enfrentemos o mal e sofrimento sem que Ele antes de nós tenha sofrido também. Ele fez isto na cruz quando morreu, sofrendo não só dor física, mas também o castigo do pecado de toda a humanidade. Agora, Ele está nos céus sofrendo connosco e intercedendo por nós, sempre pronto para nos dar graça e poder para que as nossas vidas e caracteres possam ser transformados mais e mais à sua imagem



PARTE 2

Teologia bíblica do sofrimento
A Bíblia nos diz que o sofrimento é uma realidade da existência que começou a existir no Universo por causa do pecado (Gn 3.16-18). A palavra hebraica traduzida por dor nessa passagem é ‘itstsebõn, uma forma do verbo ‘ãtsav, que quer dizer "lesar", "perturbar" e "afligir". O termo refere-se tanto à dor física quanto à emocional. Deus criou o mundo perfeito, mas o pecado provocou desordem.

A Bíblia nos ensina também que apesar de o sofrimento ter se tornado possível no mundo por causa do pecado, isso não significa que todo tipo de sofrimento é causado diretamente pelo pecado. O sofrimento pode ter quatro origens básicas: Deus, o Diabo, o simples fato de estarmos em um cosmos corrompido e os nossos próprios atos. Qual deles é o de maior incidência? Segundo C. S. Lewis, em seu livro "O Problema do Sofrimento", cerca de 80% dos sofrimentos do mundo são causados diretamente por nossos pecados ou descuidos. Já Hugh Silvester, em sua obra "Arguing with God", chegou em seus cálculos à proporção de dezenove vinte avos, isto é, 95%. Em outras palavras: "De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um do seus próprios pecados", Lm 3.39.

Há sofrimentos que são retribuição pelo pecado (Sl 38.3-4; 107.17 e Jo 5.14) e outros que são produzidos por demônios na vida de pessoas que estão afastadas de Deus (Lc 13.11-17 e Mt 9.23-24). Mas, há também, por exemplo, males que são fruto do próprio descuido, desleixo e negligência do ser humano. Elas não têm um propósito disciplinar de Deus nem são provocadas por demônios. Simplesmente, se a pessoa não cuidar da sua saúde, não viver uma vida regrada na alimentação e nos hábitos com o corpo, está sujeita a doenças. Simplesmente, se a pessoa vive em uma área de risco, é de se esperar que corra... riscos! Claro que, no caso dos deslizamentos no Rio de Janeiro, a responsabilidade não é apenas de quem resolveu construir sua casa exatamente em uma área de risco, mas também das autoridades públicas das últimas décadas que não se preocuparam em impedir que casas fossem construídas em áreas de risco da cidade, inclusive sobre lixões (como no caso da tragédia no Morro do Bumba, em Niterói – RJ).

O Salmo 91 fala que Deus promete nos guardar, mas Jesus também disse, citando Deuteronômio 6.16, que não devemos tentar a Deus (Mt 4.7). O simples fato de estarmos no mundo faz com que estejamos sujeitos a sofrimentos. Portanto, devemos ser precavidos. O fato de sermos crentes em Cristo não nos torna, por exemplo, imunes a todas as consequências de nossos erros. Não podemos quebrar deliberadamente leis naturais, flertarmos constantemente com o perigo, dar ocasião ao mal e acharmos que Deus é obrigado a nos livrar de todos os males decorrentes dessa nossa atitude.

Se Deus criou a Lei da Gravidade e resolvemos, mesmo sabendo dos riscos, contra toda lógica, saltarmos de um prédio de dez andares, ou saltarmos "do pináculo do Templo", não devemos esperar que anjos apareçam para amortecer a nossa queda.

Por outro lado, C. S. Lewis lembra que, uma vez que o pecado entrou no mundo, Deus não poderia permitir que o ser humano tivesse livre-arbítrio sem a existência de um mundo com sofrimento. Isso só seria possível se Ele não fosse amor. "Podemos deveras desejar que tivéssemos tão pouca importância para Deus que Ele nos deixasse em paz a fim de seguirmos nossos impulsos naturais – que Ele desistisse de tentar treinar-nos em algo tão diferente de nosso ser natural. Mas, uma vez mais, não estamos pedindo mais amor, mas menos. (..) Pedir que o amor de Deus se contente conosco como somos é o mesmo que pedir que Deus cesse de ser Deus", afirma Lewis.

Na esteira dessa verdade, vale lembrar que há sofrimentos que Deus permite em nossas vidas para que sejamos, de alguma forma, amadurecidos. Eles não são resultados de pecados ou negligência nossa, mas foram permitidos por Deus para um fim proveitoso. Jesus chegou a falar de deficiências para a glória de Deus. Isto é, deficiências que não foram provocadas por atitudes nossas ou de alguém, mas permitidas por Deus para moldar o nosso caráter ou para depois serem debeladas pelo poder divino com o objetivo de produzir acréscimo de fé nas pessoas, principalmente em quem recebe a cura (Jo 9.1-3).
Portanto, a partir dessas verdades, passamos a ter uma visão correta sobre Deus e a vida em meio ao sofrimento, e a lidar diferentemente com as nossas dores.

Em primeiro lugar, devemos nos lembrar que Deus é soberano e sabe o que faz. Se Ele permite que algumas tragédias aconteçam, há uma razão para isso. Confiemos em Seu amor, em Sua justiça e em Sua sabedoria. Além do mais, muitas vezes, no meio da tragédia, (1) agimos como se todos fôssemos merecedores de alguma graça de Deus, quando devemos nos lembrar que, na verdade, nenhum de nós é merecedor; (2) e também nos esquecemos que a vida humana não se encerra aqui, de maneira que aqueles que partem hoje em Cristo estão muito melhores do que nós hoje aqui na Terra.

Em segundo lugar, entendemos que precisamos aprender a dar graças a Deus pela possibilidade de sofrermos eventualmente aqui na Terra. Não estamos dizendo com isso que devemos ser masoquistas, amar o sofrimento e buscá-lo. Não, nada disso. Agir assim é doentio. O sofrimento não deve ser visto como o ideal. Na vida ideal, no Céu, não haverá sofrimento (Ap 21.4). O que estamos dizendo, e a Bíblia afirma, é que devemos sempre evitar o sofrimento; porém, se ele mesmo assim vir, precisamos aprender a vê-lo não como a inevitável concretização da desgraça, mas, sim, como uma oportunidade de crescermos espiritualmente e exaltarmos a Deus

terça-feira, 22 de março de 2011

DEUS ME AMA TÃO PROFUNDAMENTE

Deus me ama tão profundamente
Deus me ama tão profundamente
que não me livra dos problemas que preciso enfrentar
esses pelo meu próprio pecado ou pela minha fé ser aperfeiçoada
Que não me poupa das tristezase decepções
Que são necessários,quando não peço sua orientação
ele me faz descançar na sua graça
pra ver que seu tempo é diferente do meu
e, em seus braços repousar
, com isso me Sentindo mais forte pra continuar
Deus me ama tão profundamente
que permite experimentar a dor f´pisica as vezes,A dor da alma
para que me torne mais sensível para saber da dor dos outros
e entender que só em suas mãos posso encontrar alívio
Deus me ama tão profundamente
que não tem me dado uma vida de riquezas e de facilidades
mas também não me sinto desamparado
e não tenho passado por necessidades
Ele tem me cuidado,tem me dado uma vida onde eu possa ter a medida certa
pra sobreviver com honestidade
Deus sabe do que preciso
sabe o que preciso pra ser feliz
e principalmente sabe que se tivesse uma vida de riquezas
regadas de facilidades e futilidades materias.não me sobraria tempo
e se não encontrasse tempo pra Deuspara um profundo relacionamento
,logo estaria na miséria interior e ficaria extremamente infeliz
Deus me ama tão profundamente
que tem me feito uma pessoa sensível
com a sensibilidade latente
uma pessoa verdadeiramente humana que sonha ,chora, sofre
perceptivel a dor alheia e principalmente ao seu chamado
Deus tem feito de mim alguem que busca maior intendimento
me aprofundando nesse relacionamento tendo mais comunhão e sabedoria
vivendo mais espiritualmente
fazendo sua obra seja noite seja dia
Me doando com amor incondicionalmente
Deus me ama tão profundamente
que me faz refletir nesse amor tão real
Sem nada a pedir em troca
uma amor tão puro
e me sinto ligada nesse sentimento tão profundo
Portanto não posso reclamar pois ele me escolheu nesse mundo
Deus me ama tão profundamente
que me dá a chance todos os dias de uma nova oportunidade
Pra que eu possa seguir na santidade
obedecendo e me arrependendo
Me mostrando o sabor de vencer cada dificuldade
Ele me faz sentir capaz porque sei que não ando sozinha
E quando me falta forças conto com meus irmão e amigas
Pois as vezes com minhas forças nada conseguiria
Deus me ama tão profunda mente
que na dificuldade encontro alegria
e contemplo toda beleza que ele mesmo fez
e nos oferece todos os dias
E semisso minha vida perderia os 5 sentidos vitais para continuar
Eu não veria o sol nem uma noite estrelada
Não ouviria o canto dos pássaros nem o seu chamado interior
Não sentiria o vento batendo em meu rosto tão pouco o aroma de uma flor
Tudo me seria tão superficial...
e se derepente encontrasse meu amigo mais perdido que eu,me chamando, não ouviria
E assim me perguntaria no meu egoismo:
Porque ele não me respondi?
Onde está Deus?
Será que realmente existe?
Uma trajetória de dúvidas e incertezas repleta de questionamentos
Deus me ama tão profundamente
que me faz perceber que como é bom
que tenho que lutar diariamente carregar a minha cruz
Aprender a valorizar esse amor tão profundo
Esse amor que ele tem por mim
e que aprendi a ter por você também.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Pureza e Propósito no Namoro

Querer namorar é natural na vida dos solteiros. Durante os séculos recentes, a prática do namoro para conhecer e escolher um parceiro para o casamento se tornou comum na nossa sociedade. Podemos nos admirar ao notar que a Bíblia fala muito pouco a respeito do namoro, mas precisamos lembrar que o namoro não era a maneira comum de caminhar para o casamento na época bíblica. Os pais freqüentemente arranjaram os casamentos dos filhos, como ainda é o costume em muitas culturas. O amor romântico e as emoções da paixão não eram destacados como são hoje.

Algumas pessoas citam a falta de orientação específica nas Escrituras para justificar a aceitação dos padrões do mundo em relação ao namoro. Até jovens que se dizem cristãos, às vezes, começam a namorar sem pensar nos princípios bíblicos que devem governar o seu comportamento. Despreparados, facilmente caem nas ciladas que o Diabo armou. Alguns cometem imoralidade, enquanto outros namoram de olhos fechados e escolhem mal os seus parceiros. Em ambos os casos, as conseqüências podem ser desastrosas.
Embora a Bíblia não apresente uma lista de regras para o namoro, encontramos nas suas páginas muitos princípios que podemos e devemos seguir para ter namoros puros que caminhem para casamentos bons e felizes.

Fatos e princípios importantes
Trate a sua namorada como se fosse sua irmã. O homem cristão deve tratar "às moças, como a irmãs, com toda a pureza" (1 Timóteo 5:2). Tal atitude certamente se aplica ao namoro. A sua namorada não é um objeto feito para seu prazer, e sim uma pessoa feita à imagem de Deus. Respeite-a.Evite o egoísmo, pois é pecado (2 Timóteo 3:2). Muitas pessoas namoram e até se casam por motivos egoístas. O amor verdadeiro "não procura os seus interesses" (1 Coríntios 13:5), e sim procura o bem-estar do amado. O amor de Jesus para a igreja não é egoísta. Ele se sacrificou por ela, e pede a mesma coisa do homem em relação à esposa (Efésios 5:25-33). Este amor puro e verdadeiro deve começar no namoro.Estimule o amor e as boas obras (Hebreus 10:24). Os dois devem crescer no namoro, um ajudando ao outro a realizar seu potencial, especialmente no sentido espiritual. Um namoro que ocupa todo o tempo livre da pessoa, e que dificulta o seu serviço a outros, não ajuda o desenvolvimento pessoal.Seja criterioso (Tito 2:6). Diz-se que o amor é cego, mas que o casamento abre os olhos! Deve se namorar com os olhos abertos, observando o comportamento e o caráter da outra pessoa. Ele a traiu durante o namoro? Será que se mostrará fiel no casamento? Ela mente aos outros? Será que sempre lhe dirá a verdade? Ele é explosivo e fisicamente violento agora? Acha que vai controlar esses impulsos depois de se casar? Em muitas conversas com casais que enfrentam problemas no casamento, eu pergunto se as atitudes erradas se apresentaram no namoro. Na maioria dos casos, a resposta é sim. Mas, quase sempre, acrescenta-se um fato: "Mas eu não me incomodava com aquilo, porque eu estava apaixonado e queria casar". Precisa-se namorar de olhos abertos!Evite pecados de sensualidade. A sociedade decadente atual perverte muito o sentido do namoro. Programas de televisão fazem concursos de beijos sensuais. O "Dia dos Namorados" é conhecido por aumentos de vendas de lingerie e propaganda de motéis. Para muitos, a prática sensual de "ficar" vem antes de conhecer o nome da pessoa, e sem nenhum compromisso pessoal. Em muitas escolas, relações sexuais ilícitas são consideradas normais, e até incentivadas pelas conversas entre alunos e professores. A vontade de Deus é outra. Independente das atitudes liberais da sociedade, Deus considera errada qualquer relação sexual fora do casamento. Relações íntimas fazem parte do casamento conforme o plano de Deus, porém "Deus julgará os impuros e adúlteros" (Hebreus 13:4). O servo de Deus precisa fugir da impureza, porque a imoralidade é pecado contra o próprio corpo, que é o santuário do Espírito Santo (1 Coríntios 6:18-20; veja também Gálatas 5:16,19; 1 Coríntios 7:9).
Não é só o ato sexual em si que é pecaminoso. Devemos evitar, também, as atividades e as conversas que alimentam desejos sexuais. Pessoas do mundo podem considerar passeios à praia, noites numa danceteria ou horas a fio agarrados no portão da casa atividades normais para os namorados, mas os cristãos não seguem o padrão sensual do mundo. Algumas perguntas podem ajudar a evitar a imoralidade. O seu nível de contato físico os aproxima de Deus, ou os afasta dele? A sua roupa aumenta o respeito que seu namorado tem por você, ou cria nele desejos que podem ser difíceis de controlar? Se assistirem àquele filme, serão edificados ou enfraquecidos?Respeite o papel dos pais durante o namoro. Durante o namoro, alguns jovens quase evitam os pais e não freqüentam as casas das famílias, sempre procurando sair para outros lugares. Na Bíblia, observamos que os pais freqüentemente aconselhavam os seus filhos na escolha de seus parceiros. Em alguns casos, os filhos já eram adultos, mas ainda respeitavam a orientação dos pais (veja Gênesis 24:3-4; 28:6; 34:4-6). Os pais normalmente têm muito a oferecer, porque já passaram pelas fases do namoro, do noivado e do casamento. Têm aprendido de outros casais, também, ao longo dos anos. Seria um grave erro não aprender com a sabedoria dos pais. "Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe" (Provérbios 6:20). Muitos casais sofrem hoje porque se mostraram teimosos e não respeitaram os pais no namoro.Estejam um ao lado do outro no namoro. Entendemos que o namoro tem em vista, como propósito principal, a escolha de um bom parceiro para o casamento. Gênesis 2:20-24 mostra que Deus criou a mulher para auxiliar (do lado de) seu marido. A vida do casal deve ser dedicada ao serviço a outros (filhos, parentes, vizinhos, irmãos em Cristo, Deus, etc.). Se será assim no casamento, deve começar assim no namoro. Procurem ser uma equipe de servos, os dois trabalhando juntos para fazer o bem.

Casais bem-sucedidosDurante o namoro devem se espelhar em casais bons. Observar casais conhecidos que têm relações especialmente boas ajuda bastante. Agora, considere esses casais à luz das Escrituras. Achamos instruções e exemplos de casais bem-sucedidos.Áqüila e Priscila trabalharam juntos no ensinamento de Apolo (Atos 18:26) e foram considerados por Paulo cooperadores em Cristo (Romanos 16:3). Uma igreja se reunia na casa deles (Romanos 16:5).O casal em Provérbios 31 é uma equipe. Este capítulo, a partir do versículo 10, descreve as características da mulher virtuosa. Em parte por causa da dedicação dela, o marido é respeitado na sua cidade. Ela é, acima de tudo, uma serva.Presbíteros e diáconos e suas mulheres cooperam no serviço a outros. Observamos nas listas de qualificações desses homens (Tito 1:5-9; 1 Timóteo 3:1-13) que eles se preparam para os seus papéis na igreja, em parte, por suas experiências na família. Se não tivessem esposas dedicadas trabalhando em prol da família, esses homens não teriam condições de cumprir papéis especiais na igreja do Senhor. Esta atitude de cooperação, um servindo ao lado do outro, deve começar já no namoro.


Olhando nas direções certasMuitos namoros levam a casamentos fracassados por um simples motivo. Durante todo o período do namoro, os dois olham nas direções erradas. Olham para si mesmos, procurando satisfazer desejos egoístas. Olham um para o outro, esquecendo do resto do mundo e perdendo oportunidades para servir. Passam horas admirando a beleza física do outro, ou exagerando o contato físico. Embora precise ser realista sobre as suas próprias necessidades, e precise observar o comportamento e as atitudes do outro, o namoro bom mantém seu foco fora do próprio casal. Deve-se olhar para onde?Deve-se olhar para Deus. Em todas as circunstâncias da vida, devemos olhar em primeiro lugar para Deus. Jesus disse: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento" (Mateus 22:37-38). O namoro que tira a sua atenção das coisas de Deus não ajudará o seu crescimento espiritual. Se, de fato, você ama o seu namorado, faça tudo para ajudá-lo chegar ao céu. Não se esqueça de olhar para cima!Deve-se olhar para os seus próximos. Jesus continuou: "O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mateus 22:39). Quando um casal de namorados se isola, dedicando quase todo o seu tempo ao namoro, desobedece o mandamento de Jesus. O namoro, como a vida, deve ter como fundamento os princípios de serviço a outros. Não se esqueça de olhar para as pessoas ao seu redor!

Sugestões práticasQuer um namoro que seja bom para você e para seu namorado? Quer estabelecer a base para um bom casamento que durará a vida toda? Quer, acima de tudo, agradar a Deus no seu namoro e na sua vida? Procure aplicar na prática os seguintes princípios:
Limitem e controlem o contato físico, evitando criar ou alimentar desejos sensuais.
Respeitem um ao outro como irmãos, criados pelo mesmo Pai celeste.
Não se isolem durante o namoro. Sejam abertos para servir a outros.
Dêem prioridade para as coisas espirituais. Participem juntos de estudos e períodos de louvor. Estudem a Bíblia juntos.
Procurem oportunidades para servir.
Cultivem uma relação espiritual e saudável que incentive o crescimento dos dois.
Orem juntos, pedindo que Deus abençoe seu namoro, e mais ainda seu CASAMENTO

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terça-feira, 1 de março de 2011

Agradar a Deus-Hercules -Domingo 27 de fevereiro de 2011

Levitico 10 1:Devemos agradar obedecer a Deus. Naquela época Deus consumia com fogo.Hoje ele não manda fogo mas continua nos observando.
 
Hoje devemos nos perguntar:Minha vida agrada a Deus?
2Crônicas 13 9;12
A vida com Cristo deve ser diferente mas uma honra pra nós
 
2)Agradar a Deus é bom:
 
Ele não nos dá coisas ruins nos dá coisas diferentes
 
Resultado de quem desagrada a Deus: uma vida mediocre,miserável sem razão!
2cORINTIOS 5;6
Estamos distantes de Deus corporalmente não o vemos,mas nosa fé nos faz vevermos em obediencia,temos que cultivar nossos momentos com Deus não apenas lendo a biblia mas meditando e fazendo uso dela.
 
Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem" ( Hb 11:1 )"Ora, sem fé é impossível agradar a Deus..."
( Hb 11:6 )

 
 
NÃO BASTA A PENAS IR A IGREJA .ELA NÃO PREENCHE NOSSA VIDA TEMOS QUE TER COMUNHÃO,não procurar culpados se nos mesmo somos o principal motivo de distanciamento
Deus nos quer ver felizes e nós mesmos atrapalhamos
2Samuel 11 e 12 Davi desagradou a Deus cobiçando porem ele reconheceu seu erro
 
Se agradar a Deus,todas as coisas serão acrescentadas
 
2 Reis 51;9,13 Naama queria um show queria que sua cura fosse um espetáculo!
As vezes procuramos as respostas difíceis e a coisa é tão simples
 
Filipenses 4;18
Devemos nos preocupar com reino e como chegar as pessoas que estam perdidas
 Mas, se alguém não cuida dos seus, e principalmente dos da família, negou a fé, e é pior que o incrédulo"
( 1Tm 5:8 )

 
 
Colossensses1,19-22
Sempre que ajudo o reino levo esperança aos outros
O coração de um filho amável procura obedecer ao pai. Se amarmos a Deus, vamos querer fazer a sua vontade, independente de como ele expressá-la. Jesus falou daqueles que estavam dispostos a fazer a vontade do Pai (João 7:17). A prova mais verdadeira da devoção a Deus não é simplesmente fazer a sua vontade, mas fazer a sua vontade porque assim desejamos.

Santificação

SAntificação
 
 Com uma só oblação, aperfeiçoou para sempre os que são santificados. (Hebreus 10:14)1. A santificação da posição que o redimido ocupa aos olhos de Deus:
Aquele que pela aceitou a obra de Cristo é santificado por Deus, ou seja, é separado para Ele."A todos… amados de Deus, chamados santos…, santos pelo chamado de Deus" (Romanos 1:7).
Assim é que Deus os vê em Cristo. Pela vontade divina "temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez" (Hebreus 10:10). Por um lado somos santos pela vontade de Deus, e por outro, pela oferta do corpo de Jesus Cristo.
Somente a fé pode entender isso. Aqueles que se convertem das trevas "à luz e do poder de Satanás a Deus, a fim de que recebam a remissão dos pecados e sorte entre os santificados" (Atos 26:18).2. A santificação prática:
O redimido não tem que se tornar santo, pois já é santo, mas foi chamado a demonstrar esse fato em seu cotidiano.
Efésios 5:3 exorta a nos comportarmos como "convém a santos". Essa santificação prática é progressiva e se efetua por meio da Palavra de Deus, cuja leitura tem de ser diária.
Temos de receber, amar e praticar os ensinos que ela contém. O Senhor Jesus também disse em Sua última oração a favor dos Seus: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade" (João 17:17).
Efésios 5:26 declara que Cristo santifica a Igreja "purificando-a com a lavagem da água, pela palavra".
Essa é a obra de Deus dentro de nós, ao passo que a salvação, em seus diversos aspectos, é a obra de Deus por nós.Extraído do devocional "Boa Semente"
 Santificação tem 3 aspectos. Vamos estudar cada um deles.
I.SANTIFICAÇÃO É O ATO DE SEPARAR ALGUEM OU ALGUMA COISA PARA O USO DE DEUS
Jeremias 1:5 5 Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta.

II. SANTIFICAÇÃO É O CRESCIMENTO PROGRESSIVO DO NA GRAÇA
1. O estudo da Palavra de Deus é um modo de crescimento espiritual.
2. A oração é uma maneira de crescimento espiritual
3. Fidelidade ao trabalho na Obra é um caminho para o crescimento espiritual.
4. Olhar para Jesus é outro caminho para o crescimento espiritual.
III. SANTIFICAÇÃO ALCANÇA O SEU ESTÁGIO FINAL NA SEGUNDA VOLTA DE CRISTO
I João 3:2 Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos

 
http://ibmemorial.blogspot.com/2009/05/mensagem-do-pr-fanini-santificacao.html
 A Santificação é Essencial para ter Comunhão com Deus
(2 Coríntios 6:14 - 7:1)

A igreja em Corinto estava rodeada de imoralidade e falsa religião. Os cristãos eram freqüentemente tentados a voltar às más práticas do mundo. Paulo entendeu esta tentação quando lhes escreveu cartas de encorajamento. Consideremos seu ensinamento em 2 Coríntios 6:14 - 7:1.

Paulo ensinou que o pecado não tem lugar na vida do cristão. Nos versículos 14 e 15 ele disse:

"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?"

Encontramos nestes versículos uma lista de coisas que são totalmente opostas. Paulo não encoraja a nenhum tipo de compromisso. Ele não nos diz que um pouco de mal pode coexistir com a justiça. Em vez disso, mostra que não pode haver nenhuma tolerância do pecado na vida de um cristão. Os cristãos pecam (1 João 1:8,10), mas temos que admitir esses erros e procurar o perdão de Deus para manter a comunhão com ele (1 João 1:9; 2:1).

Certas religiões e filosofias orientais ensinam que o bem tem que ser contrabalançado pelo mal e que cada bem é manchado por alguma quantidade de mal. Tais idéias contradizem frontalmente o ensinamento da Bíblia. Bem e mal são distintos e não podem existir em harmonia. Os discípulos de Cristo não podem comprometer-se com o erro.

Esta santificação é baseada em nossa relação com Deus. Paulo continuou nos versículos 16 a 18 a dizer que a base para esta santificação é nossa relação com Deus. Nestes versículos, ele usa a linguagem das passagens do Velho Testamento para mostrar que Deus ainda deseja um povo santo:

"Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em cousas impuras; e eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso."

O desejo básico de Deus permanece inalterado. Ele quer ter íntima comunhão com seu povo santo. Mas um Deus puro não pode ter amizade com pecado; portanto, temos que separar-nos do mal e da impureza. Mas, para que não vejamos isto como uma tarefa desagradável de renúncia, teremos que nos lembrar do grande privilégio que é descrito aqui, especialmente no versículo 18. O Deus Todo-poderoso do universo, nosso grande Criador e Redentor, quer ser nosso Pai. Os cristãos têm imenso privilégio de serem chamados filhos e filhas do próprio Deus!

Que faremos para aproveitar desta abençoada amizade com Deus? O primeiro versículo do capítulo 7 oferece a conclusão prática desta passagem:

"Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifi-quemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aper-feiçoando a nossa santi-dade no temor de Deus."

Por causa do grande privilégio de sermos chamados filhos e filhas de Deus, temos que nos purificar de toda impureza. Não apenas 50%, 90% ou 99% do pecado, mas de toda imundície.

Por quê? Por causa de nosso respeito a Deus. Ele merece nosso serviço de santificação.

Temos que ser limpos de que tipos de impureza? Paulo menciona duas amplas categorias de pecado que têm que ser expurgadas de nossas vidas:

Impureza da carne. Isto incluiria todas as formas de imoralidade e mundanismo. Pecados sexuais, embriaguez, desonestidade e todas as outras características da carne têm que ser abandonadas. Pessoas que praticam tais coisas não terão permissão para entrar na eterna comunhão com Deus (veja Gálatas 5:19-21; 1 Coríntios 6:9-11; Apocalipse 21:8).

Impureza do espírito. Impureza espiritual e religiosa também têm que ser removidas de nossas vidas. Os cristãos em Corinto estavam rodeados pela idolatria, por isso Paulo usou este exemplo específico. Estamos rodeados de uma variedade de doutrinas humanas e filosofias, práticas de espiritismo, adoração de santos e de imagens, etc. O verdadeiro cristão não pode continuar a participar de tais práticas impuras. Temos que limpar-nos de qualquer mal deste tipo (1 Coríntios 10:14), adorando somente a Deus (Mateus 4:10). Nossa adoração a Deus tem que ser de acordo com sua verdade (João 4:24). Sem nos santificar, não teremos comunhão com o Senhor que morreu por nós.

Aplicações em nossa Sociedade

Vivemos num mundo que tem sido manchado, por milhares de anos, pelo pecado. Estamos rodeados por violência, pornografia, desonestidade e falsa religião. Deus não pretende que nos isolemos deste mundo (João 17:14-21), mas que fujamos dos seus pecados (1 Timóteo 6:11) e brilhemos como luzes num mundo de trevas (Mateus 5:14-16). Nunca foi fácil viver como povo santificado num mundo de corrupção e injustiça, mas é possível. Jesus provou isso durante uma vida de pureza sem pecado. É nossa responsabilidade seguir seus passos:

"Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca" (1 Pedro 2:21-22).

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